sexta-feira, 3 de junho de 2011

Alfabetização sem receita e receita de alfabetização - Marlene Carvalho

 
Receita de alfabetização
Pegue uma criança de 6 anos e lave-a bem. Enxágüe-a com cuidado, enro­le-a num uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula. Nas oito primeiras semanas, alimente-a com exercícios de prontidão. Na 9a semana ponha uma cartilha nas mãos da criança. Tome cuidado para que ela não se contamine no contato com livros, jornais, revistas e outros perigosos materiais impressos.
Abra a boca da criança e faça com que engula as vogais. Quando tiver dige­rido as vogais, mande-a mastigar, uma a uma, as palavras da cartilha. Cada pa­lavra deve ser mastigada, no mínimo, 60 vezes, como na alimentação macro­biótica. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos.
Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida, faça com que a criança engula algumas fra­ses inteiras. Mexa com cuidado para não embolar.
Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve pelo menos 70% das palavras e frases engolidas. Se isso acontecer, considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente e despache-a para a série seguinte.
Se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a re­ceita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita tantas vezes quantas forem necessárias. Ao fim de três anos, embrulhe a cri­ança em papel pardo e coloque um rótulo: aluno renitente.
Alfabetização sem receita
Pegue uma criança de 6 anos ou mais, no estado em que estiver, suja ou limpa e coloque-a numa sala de aula onde existam muitas coisas escritas para olhar e examinar. Servem jornais, livros, revistas, embalagens, propaganda eleitoral, latas vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim, vários tipos de materiais que estiverem a seu alcance. Convide as crianças para brincarem de ler, adivinhando o que está escrito: você vai ver que elas já sabem muitas coisas.
Converse com a turma, troque idéias sobre quem são vocês e as coisas de que gostam e não gostam. Escreva no quadro algumas das frases que foram ditas e leia-as em voz alta. Peça às crianças que olhem os escritos que existem por aí, nas lojas, nos ônibus, nas ruas, na televisão. Escreva algumas dessas coisas no quadro e leia-as para a turma.
Deixe as crianças cortarem letras, palavras e frases dos jornais velhos e não esqueça de mandá-las limpar o chão depois, para não criar problema na escola.
Todos os dias, leia em voz alta alguma coisa interessante: historinha, poesia, notícia de jornal, anedota, letra de música, adivinhações.
Mostre alguns tipos de coisas escritas que elas talvez não conheçam: um catálogo telefônico, um dicionário, um telegrama, uma carta, um bilhete, um livro de receitas de cozinha.
Desafie as crianças a pensarem sobre a escrita e pense você também. Quando elas estiverem escrevendo, deixe-as perguntar ou pedir ajuda ao co­lega. Não se apavore se uma criança estiver comendo letra: até hoje não houve caso de indigestão alfabética. Acalme a diretora se ela estiver alarmada.
Invente sua própria cartilha. Use sua capacidade de observação para verificar o que funciona, qual o modo de ensinar que dá certo na sua turma. Leia e estude você também.
Bibliografia: CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e Letrar: um diálogo entre a teoria e a prática. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005. p.132-133.

A batalha dos métodos - Marlene Carvalho

 
Numa rua de subúrbio, uma menina, sentada à porta de casa, olhava umlivro ilustrado. Perto dali havia uma escola normal e passavam muitas jovensque se preparavam para ser professoras.
Uma delas parou ao ver a criança com o livro nas mãos e disse:
- Que gracinha!
- Me conta a história?
- Não, primeiro você tem que aprender a ler. Quer que eu te ensine? Olhando o título, a jovem apontou:
- A, o, e, u, i, o. Não, assim, não. Melhor assim: a, e, i, o, u.
A criança olhou desconsolada e pediu novamente para ouvir a história. A futura professora não desistiu.
- Veja, é fácil: a com i faz ai! Como você fala quando sente uma dor. E e com u faz eu! E apontava para o próprio peito, dizendo: eu, ai! eu, ai!
Um pouco assustada, a criança desviou o olhar e abriu o livro. A normalista aborreceu-se e foi para a aula de Métodos e técnicas de alfabetização contar para a professora que tinha encontrado uma pobre criança que era um caso típico de falta de prontidão para a leitura.
Logo depois passou outra jovem e perguntou:
- O que é que você está lendo?
- Não sei ler. Me conta a história?
- Vou ensinar você a ler. Como é seu nome?
- Betinha.
- Não, isso e o seu apelido. Como é o seu nome?
A menina pensou um pouco e olhou desolada para o livro:
- Me conta a história.
- Só se você me disser seu nome.
- Elisabete Maria de Oliveira.
- Ah, bom. Então vamos ver.
Puxando um caderninho da bolsa, a moça escreveu Elisabete e deu à criança.
- Aqui está o seu nome: ELISABETE. Vamos ler apontando com o dedinho.
Apontando as nove letras, a menina leu: E-li-sa-be-te- Ma-ri-a- de-O-li-vei-ra.
A jovem ficou embatucada e anotou a resposta para ir perguntar como in­terpretá-la à professora de psicogênese da língua escrita.
- Tchau, querida! Outro dia eu te ensino, o.k.?
Não demorou muito, passou outra jovem simpática e a criança lhe pediu:
- Me conta a história!
- Que gracinha! Eu conto se você me responder umas perguntas.A criança olhou ressabiada.                                                                                       
- Você já sabe as letras do alfabeto?
- Não.
- Você conhece as famílias silábicas?
- Quê?
- Deixa pra lá. Me diga uma palavra que começa com pa. Por exemplo, pato, papai, palácio.
- Rei, princesa.
- Quê?
- Palácio, rei, princesa.
A futura professora suspirou. Saiu dali muito triste, achando que a meni­na era muito bonitinha, mas não tinha discriminação auditiva.
Daí a meia hora, passou um professor de gramática, cansado e meio cal­vo, andando devagar. A menina resolveu tentar a sorte.
- Me conta a história!
- Não é assim. Fale de novo: conta-me a história.
- Hum?
- Conta-me a história, eu disse.
- Mas eu não sei ler.
- Não, não é você que deve contá-la. Aliás, minha pobre criança, você não sabe nem falar.
A menina fechou o livro com força e fez uma careta de nojo para o gra­mático. Ele respondeu:
- Atrevida! Analfabeta! Iletrada! Anômala! Anojosa! Anacoluto! e retirou-se, muito satisfeito de possuir um vasto vocabulário para qualificar a pirralha.
Passou um tempinho, veio pela calçada uma professora de sociolingüística, com seu gravador a tiracolo, e a menina resolveu tentar a sorte:
- Tia, me conta a história!
- Fala de novo, meu bem, disse a professora, e ligou o gravador. Estava fazendo uma pesquisa sobre dialetos das classes populares do subúrbio do Rio, de modo que não podia perder a chance de gravar a fala da criança.
- Que que é isso?
- Um gravador. Vou gravar o que você falar. Vamos conversar. Quantos anos você tem?
- Me conta a história.
- Depois eu conto. Converse um pouquinho comigo.
- Quero a história.
- Você me conta uma história. Eu gravo, depois passo tudo para o papel, pego a sua história e aí...
Mas a professora não pode concluir: a menina já estava longe, pulando num pé só, fora do alcance da pesquisadora. Na esquina, encontrou o vende­dor de cocadas que fazia ponto perto da escola normal. Pouco movimento, tarde parada. O vendedor olhou pra menina com o livro e perguntou:
- Já leu esse livro?
- Não, lê pra mim? disse a menina, sem muita esperança de ser atendida.
- Hum, deixa eu ver.
O rapaz abriu o livro. Foi lendo devagar, como possível, pois tinha apren­dido a ler mal e mal, há muito tempo atrás.
- Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho. Um dia, a mãe dela cha-cha-mou-a e disse...
A menina deu um suspiro de prazer e sentou no muro da escola para ouvir a história. Lá dentro, alguém dava uma aula sobre métodos de alfabetização.

Bibliografia
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e Letrar: um diálogo entre a teoria e a prática. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005. p.129-131.

"O que provoca a falta de letramento": Blog do tutor Jocelmo - Santa Luzia do Paruá- MA

http://proletramentoemsantaluziadoparua.blogspot.com/2011/05/o-que-provoca-falta-de-letramento.html

Memórias 6 - 24 e 26/05

  Iniciamos os encontros com  muito entusiasmo. Trabalhamos com a dinâmica “Minuet” em que foi possível refletir sobre trabalho em grupo, parceria, confiança, importância da ludicidade e do movimento. Fizemos a leitura do Diário de Bordo, que aliás está cada dia mais belo e com lindas produções! Em seguida iniciamos o encontro com Literatura Infantil: “A caixa de lápis de cor” de Maurício Veneza, em que foi possivel refletir sobre texto , contexto, textos orais, escritos e  não escritos. Bem como sobre questões sociais que permeiam nossa prática pedagógica. Refletimos  sobre a questão do Livro didático e as variáveis do Português Brasileiro, ao comentarmos sobre a polêmica do livro Didático no Ministério da Educação. Assistimos, ainda, a entrevista  de Stella Maris Bortoni-Ricardo que nos leva a refletir sobre o “Falar Candango”, as Variáveis do Português Brasileiro , adequaçao da fala, monitoramento, competência comunicativa, domínios socias  e papel da escola e do professor. Sistematizamos a Unidade 1 do Fascículo 1 que tem por objetivo "apresentar conceitos fundamentais ao processo de alfabetização".

Fascículo 1 unidade 1
Sistematizando
       Língua: sistema que tem como centro  a interação verbal (através de textos, discursos falados ou escritos).
       Depende da interlocução (inter – locução= ação linguística entre sujeitos).
       Proposta de ensino da língua deve valorizar o uso da língua em diferentes situações ou contextos sociais(diversidade de funções e sua variedade de estilos e modos de falar).
       Trabalho em sala de aula: organização em torno do uso da língua e privilegie a reflexão dos alunos sobre suas diferentes possibilidades.
       Necessidade de rejeição de uma tradição de ensino apenas transmissiva (preocupada em oferecer ao aluno conceitos e regras prontas – memorização, aprendizagem centrada em automatismo e reproduções mecânica.
       Proposta adequada para o ensino da língua deve prever o desenvolvimento das capacidades necessárias às práticas de leitura e escrita, bem como de escuta e escrita.
       Proposta adequada para o ensino da língua deve prever o desenvolvimento das capacidades necessárias às práticas de leitura e escrita, bem como de escuta e escrita.
ALFABETIZAÇÃO:
·         Historicamente: o conceito se identificou ao ensino aprendizado da “tecnologia da escrita” (sistema alfabético da escrita).
·         Leitura: capacidade de decodificar sinais gráficos (transformando-os em sons).
l  Escrita: capacidade de decodificar os sons da fala (transformando-os em sinais gráficos).
l  Ampliação do conceito de alfabetização a partir de 1980: psicogênese da língua escrita: Emília Ferreiro e Ana Teberosky.
l  Estudos de leitura e escrita não se resumiria ao domínio de correspondências entre grafemas e fonemas.
l  Processo ativo: construção e reconstrução de hipóteses sobre a naturza e funcionamento da língua.
l  Fonema: corresponde ao som.
l  Grafema: corresponde as letras.
l  Com os termos alfabetização e letramento ou alfabetismo: muitos pesquisadores passaram a preferir distinguir alfabetização de letramento.
l  Alfabetização: sentido estrito.

LETRAMENTO
l  O termo letramento, em português, surgiu com Mary Kato, na década de 1980.
l   Busca traduzir a palavra “literacy”, com o objetivo de ampliar o conceito de alfabetização, abandonando a idéia de codificação e de decodificação e buscando incorporar as habilidades de leitura e de escrita às práticas sociais (BATISTA et alii, 2005). 
l  Domínio e o  uso da língua escrita:  trazem conseqüências sociais, culturais, políticas, econômicas, cognitivas, linguísticas (para o indivíduo ou para o  grupo social).
l  Resultado da ação de ensinar   ou aprender  a ler e a escrever.
l  Resultado da ação de usar as habilidades de leitura em práticas sociais.
l  Estado ou condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como conseqüência de ter se apropriado da língua escrita e de ter-se inserido no mundo organizado diferentemente:  A cultura escrita.
l  São variados os usos sociais da escrita e as competências a eles associadas (ler um bilhete simples ou escrever um romance): é frequente levar em consideração níveis de letramento: diferentes funções e formas pelas quais  as pessoas têm acesso a cultura escrita.
l  Diferentes funções e formas pelas quais as pessoas tem acesso à Língua escrita (distrair, se informar, posicionar) a Literatura a respeito assume a existência de  tipos de letramento ou de  letramentos (no plural).

ENSINO DA LÍNGUA ESCRITA:
l  Língua: sistema que se estrutura no uso  e para o uso , escrito e falado: sempre contextualizado.
l  Apropriação do sistema alfabético: envolve aprendizagens específicas: relações entre consoantes e vogais, na fala e na escrita, permanecem as mesmas. Consoantes e vogais são as mesmas e se inter-relacionam segundo essas regras: Independente do gênero textual em que aparecem e da esfera social em que circulem (piada, processo .jurídico).
l  Necessidade de firmar posições consistentes: evitando polarização e reducionismo nas práticas de alfabetização.
MÉTODOS
l  Métodos de alfabetização
l  Método Silábico
l  Contempla alguns aspectos importantes para a apropriação do código escrito, mas supõe uma progressão fixa e previamente definida: reduz alcance de conhecimentos linguísticos quando desconsidera a função social da escrita.
MÉTODOS FÔNICOS
l  Embora focalizando um ponto fundamental para a compreensão do sistema alfabético (relação grafema e fonema): restringe a concepção de alfabetização.
l  Valorização exclusivamente o eixo da codificação e decodificação: decomposição de elementos que se centram em fonemas e sinais gráficos.
MÉTODOS ANALÍTICOS (TODO PARA AS PARTES):
l  Palavras, sentenças, textos para a decomposição das sílabas em grafemas e fonemas.
l  Frases e textos artificialmente curtos e repetitivos: estratégia memorização (considerada fundamental).
Ideário construtivista: (últimas décadas)
l  Introdução ou o resgate importantes dimensões da aprendizagem significativa e interações: usos sociais da leitura e da escrita (articulação de concepção mais ampla de letramento).
l  Construtivismo: Compreensões equivocadas- Formas de reducionismo: negação de aspectos grafomotores e psicomotores.
l  Despreza impacto no processo inicial de alfabetização.
l  Descuida de instrumentos e equipamentos imprescindíveis para quem se inicia no processo de leitura e de escrita.
l  Prejudicial as crianças que vivem em condições sociais desfavorecidas (que só tem acesso a lápis, livros, cadernos, revistas, e outros instrumentos quando ingressam na escola)
l  Oposição do construtivismo ao ensino meramente transmissivo (que limita ao aluno apenas memorizar e reproduzir conceitos e regras): interpretações equivocadas: conhecimento pelos próprios alunos construído sem auxílio de um adulto mais experiente.
l  Interpretações  errôneas: limitação da ação pedagógica aos conhecimentos prévios dos alunos.
l  Limitação: gera fracasso: compromete a proposição e avaliação de capacidades progressivas e acaba sendo usada pala própria ação pedagógica.
ALGUMAS ORIENTAÇÕES INADEQUADAS FUNDADAS NO CONCEITO DE LETRAMENTO: PRODUZIR DISTORÇÕES
l  Propostas pedagógicas que valorizam de forma parcial importantes conquistas : prazer pelo ato de ler e inserção da criança em práticas sociais: deixam de lado a exploração sistemática do código e das relações grafema e fonema.
l  Dissociam o processo de alfabetização e de letramento, como um dispensasse ou substituísse o outro.

CONCEITOS
Alfabetização é o processo específico e indispensável de apropriação do sistema de escrita, a conquista dos princípios alfabético e ortográfico, que possibilita ao aluno ler e escrever com autonomia.
Letramento é o processo de inserção na cultura escrita, que tem início quando a criança começa a conviver com as diferentes manifestações da escrita na sociedade e se amplia por toda a vida, com a participação nas práticas sociais que envolvem a língua escrita.
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
l  Processos diferentes (cada um com suas especificidades).
l  São complementares, inseparáveis, indissociáveis (cada um com suas especificidades).
l  São indispensáveis para a apropriacão dos processos de leitura e escrita.
Alfabetizar-Letrando ou Letrar-Alfabetizando
l  Um é condição do outro. Não se trata de alfabetizar ou letrar.
l  Trata-se de alfabetizar-letrando.
l  O desafio que se coloca para os primeiros anos de escolaridade é o de conciliar esses dois processos, assegurando aos alunos a apropriação do sistema alfabético-ortográfico e condições possibilitadoras do uso da língua nas práticas sociais de leitura e escrita.
l     A ação pedagógica mais adequada e produtiva é aquela que contempla de maneira articulada e simultânea, a alfabetização e o letramento.

REFERÊNCIAS:

l  Pró-Letramento: Programa de Formação continuada de professores os Anos/Séries Inicias do Ensino Fundamental: Alfabetização e Linguagem. Ed. Ver. E ampl. Incluindo SAEB/Prova Brasil matriz de referência/Secretaria de educação Básica – Brasília : Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica.2007.


         Encerramos os encontros com o vídeo: “Stand by me”,  em que foi possível refletir sobre eixos comuns e o respeito às diferenças, abrindo caminhos para a reflexão sobre as   capacidades linguísticas na Alfabetização. A importância de termos eixos comuns no processo de alfabetização e bom respeito às diferenças , uma vertente apaixonante do Pró-Letramento.
       Na turma de terça-feira,  no turno vespertino, fomos contemplados com o Belo trabalho das professoras Natalina e Márciada da intituição Santa Luzia - DRE de Samambaia. Fizemos reflexões sobre a prática de sala de aula e sobre o papel mediador do professor. As professoras apresentaram o projeto  de literatura com as bruxas KAKA e  SHIRLEY.
      Na turma de quinta feira no turno  matutino fomos agraciados, também, com a apresentação do projeto: “Criando e Recriando”,  sobre o trabalho com o Diário de Bordo. O projeto foi apresentado pelas professoras Ana Cláudia e Luciana  da escola classe 02 da Vila São José da DRE de Taguatinga.  Refletimos acerca do papel mediddor das professoras. A turma apresentou propostas de atividades interventivas para a série.  
       Tivemos uma semana bastante prazerosa!

Registrando ...